terça-feira, 3 de novembro de 2009

Peças Genéricas compatíveis (Kansas)

Kansas 150 peças compatíveis
Filtro óleo = Titan
Cdi (Sistema de Ignição por Descarga Capacitativa)= Cg ano 99
Bateria = Titan150
Cabo do velocímetro = CB 450
Mola do pedal de descanso lateral = Titan
Pião 16 dentes = CG 125
Regulador de tensão = strada
Guidon = VIRAGO
Bucha da coroa e prisioneiro da coroa = CG99
Piscas = v-blade
Pastilhas de freio = XTZ/Ybr 125
Cabo de Embreagem = "FAN"
Kit Reparo do carburador = CG Titan 99/2000
Carburador = strada 200 (entre outros)
Motor Arranque = Speed 150
Cubo danteiro = XR200(aro18)
Cubo traseiro = TITAN150(aro16)
Disco de freio = XR200
Porca superior do amortecedor = CG 125
Protetor de escape = titan KS + braçadeira
Relação = Titan 2006
Pedal do passageiro = CBX 200 da Honda
Cilindro = Bros
Valvula de ar = Traxx star 50c
Molas do Amortecedor trazeiro = Cg 150 ou amortecedores da intruder 125
relê de pisca = CG 99


Amortecedor = amortecedores da Strada (marca Siverst)
Cabo do velocimetro = Shadow 600
Cabo do velocimetro = CB 450

Cabo do velocímetro (original $33)
cbx-750F (não precisa adaptação é do mesmo tamanho)

ELÉTRICA
CDI = Cg99
BATERIA = Titan150
PISCAS = v-blade
RELÊ de pisca = CG 99
Comandos de luz e partida elétrica = Twister

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Nova Campanha da Dafra (sátira)

video

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Tutorial Regulagem de Valvulas



01 - Kansas prontinha esperando pra ser desmontada. Respire fundo e vamos lá!


02 - Retire o banco do carona através do parafuso traseiro.....


03 - ... e continue retirando o banco do piloto, através de seus 2 parafusos de fixação. Essa etapa é tranquila e não apresenta nenhum segredo.


04 - Agora vamos nos preparar para retirar o tanque. Primeiramente, solte os parafusos que prendem o ornamento cromado com extremo cuidado e uma chave de boca ou catraca. Essa peça, apesar de parecer metálica, é de plastico e quebra fácil! Desconecte o chicote de ignição e desparafuse o painel de marchas. Guarde o ornamento em um local seguro para não riscar. Embora seja possivel prosseguir sem retirar o ornamento, deixando o pendurado pelo chicote, vale a pena perder algum tempo nessa etapa, para assegurar que a peça nãp será riscada


05 - Fazendo uma pausa antes de continuar, fica a dica: se sua moto estiver chacoalhando muito a frente ao passar em buracos ou ondulações no asfalto, pode ser a caixa de direção com folga: aproveite para ajustar agora, já que sem o ornamento o serviço fica mais facil. Basta usar uma chave fixa 32 mm e aperte, tirando folgas. Um procedimento de regulagem de caixa completo será descrito em outro tutorial



06 - Agora vamos retirar o tanque: solte os parafusos que ficam sob o banco

07 - Prossiga retirando a mangueira de combustivel que vai para o carburador. Atenção!!!! antes disso, feche a torneira de combustivel ou seu motor vai tomar um banho de combustivel



08 -Pausa para mais uma dica neste momento: se tiver alguma lampada da marcha que não acende, aproveite para trocar, basta retirar os soquetes de borracha na parte de baixo do painelzinho e trocar a lampada ( 2 W mosquitinho), tomando o cuidado de recolocar os soquetes na posição correta. As lampadas vão encaixadas no soquete emborrachados e saem facilmente


09 - Até agora, devemos estar assim: a moto virou uma verdadeira magrela! Piadas a parte, vamos continuar!


10 - Hora de preparar a retirada da tampa de valvulas. Comece retirando a mangueira de tomada de vacuo, soltando a presilha com um alicate, e desparafuse o bico, tomando cuidado para não danificar a junta. È possivel realizar o serviço sem desparafusar o bico, mas isso garante um pouco mais de espaço para trabalhar, facilitando as coisas


11 - Retire o cachimbo e desconecte a outra extremidade do cabo de vela da bobina de ignição



12 - Retire a bobina de ignição, dando especial atenção, quando for remontar, ao contato do negativo da bomba que é parafusado ao quadro ( havendo sinal de ferrugem lixe)



13 - Retire a bobina de ignição e .........



14 - ...... você está pronto pra retirar a tampa de valvulas, através de 4 parafusos, 2 de cada lado. Só retire os parafusos, mas ainda não retire a tampa, para que não caia poeira. Ainda temos algumas tarefas antes de executar a abertura



15 - Ok, retire a tampa com o logo Dafra, do outro lado da moto, através dos 3 parafusos phillips....



16 - .... e terá acesso ao volante. Através do volante, é possivel girar o motor ( com uma chave de boca e com o motor desengatado - não tente usar alicates para isso, pois irá estragar a abertura).......


17 - ..... e visualizar o seu giro através dessa janela, que deve ser desrosqueada com uma chave de fenda



18 - Alinhe as marcas de orientação no volante com o bloco do motor






19 - E agora sim, finalmente, estamos prontos para efetuar a regulagem! Retire a tampa de valvulas e, se voce alinhou bem as marcas no passo anterior, as duas valvulas estarão fechadas, com molas não tensionadas. Caso não estejam, gire o volante até ajustar a posição. Desaperte ligeiramente o parafuso indicado.........


20 - ..... e meça a folga com um calibre de lâminas (não use outros objetos como substitutos!), a folga correta é de 0,08mm, a lamina deve entrar com certa dificuldade, mas sem ser danificada(Entre o final do parafuso preso no balancim e o inicio da haste da valvula, no local indicado na foto).Reaperte o parafuso de regulagem e ajuste a outra valvula. Se voce fez tudo corretamente, basta seguir a ordem inversa para remontar tudo e dar uma volta com a moto. Ajuste a rotação de marcha lenta para 1500 rpm, de preferencia usando um miltimetro, no modo rpm, acoplado a uma pinça indultiva (discutirei sobre essa regulagem em outro tutorial). A moto deve desenvolver torque e velocidade, sem estouros ente acelerações e o motor deve ter um ronco suave, sem barulho de maquina de costura.
Autor: Ulisses Condomitti

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Como resolver problemas de partida?

Muitos pilotos e até mecânicos, quando preparam uma moto, só pensam em melhorar o desempenho do motor ou suspensão - "Tudo bem o motor pega em 4 ou 5 partidas".

Tudo bem nada!

Uma partida difícil geralmente indica algum problema mecânico ou elétrico, além do mais a diferença de um 1 ou 5 partidas pode custar muitas posições em uma corrida. Principalmente em enduros do tipo Cross-Country onde a largada é feita com motor desligado. Uma partida rápida pode fazer a diferença entre um hole-shot (largada em primeiro lugar) ou muita poeira e pilotos na sua frente.Neste artigo nós indicamos as principais causas de problemas com partida.Para ligar uma moto precisa-se de 3 coisas;Combustível Ar (compressão)

Ignição

Se um dos elementos acima não esta em harmonia com os outros, por exemplo, uma ignição fora-do-ponto ou mistura incorreta, com certeza ocorrera problemas.

1 " Combustível

Geralmente os problemas de partida são relacionados a algum problema de carburação. Nas motos mais antigas é comum que o motor fique afogado por causa de uma alteração no nível de bóia, ou gasto da válvula de entrada de combustível. Vibrações das bóias e da agulha causam gastos de material que elevam o nível de combustível na cuba. O afogador também pode ter gastos permitindo que parte do combustível suba até o canal do afogador constantemente. Uma maneira fácil de verificar se o motor está afogado e analisar a vela.

2 - Ar (compressão)

Problemas de partida com ar são frequentemente causados por uma baixa taxa de compressão. Geralmente causados por anéis e pistão gastos. Para verificar o problema, pegue um medidor de compressão, abra o acelerador, aperte o botão de corta-corrente para evitar problemas de ignição ou tomar choque, e pedale o pedal de partida rapidamente até que o medidor tenha atingido o máximo. A pressão mínima para um motor pegar é 120psi (pounds per square inch). A maioria das motos tem uma taxa de compressão de 175 até 200 psi.3 "

Ignição

Problemas comuns com a parte de ignição são conexões oxidadas ou falhas no sistema de ignição. Para evitar problemas com conexões, limpe-as frequentemente e aplique um spray próprio para sistemas de ignição. Não use silicone ele oxida as conexões. Existem duas maneiras de se verificar a parte elétrica:

1. medindo a resistência das bobinas;
2. medindo a voltagem que alimenta a bobina principal que fica entre o stator/rotor e a vela. Um motor necessita atingir no mínimo 45 Volts (CA), pedalando, para ele pegar. Se você não tem um voltímetro mas quer verificar se a ignição está ficando fraca, reduza a abertura dos contatos da vela até 0.05mm. Se o motor pegar mais facilmente, isto é um sinal que o gerador está ficando fraco. Casa você tenha de empurrar a moto para que ela funcione, com certeza existe algum problema com a ignição e provavelmente o motor também apresenta outros problemas como: falha em giros altos ou queima da vela.O meu pedal de partida dá retrocesso !

Quando o motor dá retrocesso é sinal que o momento de ignição está avançado. Quando a energia da mistura do combustível é maior que a força da massa em movimento do piloto, o pistão volta na direção contrário causando uma força reversa no pedal de partida. Quanto maior o tamanho do motor e o grau de avanço da ignição, maior a força de reversão. Motos com 500 ou mais cilindradas podem ser muita violentas e podem causar lesões nos pés e joelhos. É recomendável sempre usar botas com solado grosso e virar o guidão de lado, evitando que o joelho bata de volta no guidão.

Duas coisas causam o avanço da ignição:

· Ignição mal regulada ou solta

· Chaveta da ignição deslocada

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Óleo do motor? Qual a sua função?

Você já reparou que o óleo do motor é que faz o motor funcionar sem travar e sem esquentar tanto. O óleo lubrificante tem a função, entre outras (limpar, lubrificar etc.) de arrefecer o motor em conjunto com o radiador ou com o vento nas motos sem o equipamento(radiador) Se você quer prolongar a vida útil do seu motor não se esqueça de verificar diariamente o estado (a viscosidade e se não foi contaminado com água) e o nível do óleo.
Estas condições do lubrificante dependem, muitas vezes, de fatores que nunca são referidos pelos fabricantes
A lubrificação consiste basicamente na interposição de uma substância que evite ou diminua o contato entre as peças para diminuir o atrito de maneira a proteger e prolongar a vida do motor. Com a passagem dos óleos minerais para os sintéticos os prazos para a sua substituição são cada vez mais espaçados ( não deve ser usado óleo sintético em moto que não teve o motor desenvolvido para este tipo de óleo pois vai baixar muito -queimar rápido- e você vai gastar mais), no caso das motocicletas aconselhamos fazer a troca como se fosse um óleo mineral.
No entanto essa recomendação normalmente feita pelo fabricante da moto não leva em conta o impacto das condições atmosféricas (dia quente etc) e da condução (uso intenso, caso dos motoboys), sobre o tempo de vida do óleo. Por exemplo, sabia que muitas propriedades dos óleos podem ficar alteradas se este for contaminado pelo combustível, por água ou mesmo por gases de escape? Isso é o que se passa em viagens muito curtas, em que a temperatura do motor permanece baixa. Nesse caso a condensação que se forma no cárter não chega a evaporar.
As impurezas existentes no ar como areias e poeiras, acompanham o ar aspirado e chegam ao motor se não mantivermos o filtro limpo. Quando essas impurezas, juntamente com os gases, entram no cárter e passam a circular no óleo, provocam rapidamente o aumento do desgaste de várias peças do motor.
As recomendações do fabricante em relação aos intervalos para troca do óleo baseia-se em condições ideais de condução. Estas correspondem quase sempre a viagens longas em auto-estrada. Por isso as viagens mais curtas exigem um intervalo menor entre cada troca de óleo.
O motor da sua moto durará mais se forem observados os intervalos mais curtos nos seguintes casos
; se fizer viagens curtas (inferiores a 15 Km)
; se conduzir em estradas com muita areia ou poeiras
; se o ar frio impedir o motor aquecer totalmente até alcançar uma temperatura normal de funcionamento, ou se o motor trabalhar em condições severas.

Segundo algumas estatísticas, a maioria dos motociclistas conduzem nessas condições e por isso recomendamos que troque o óleo da sua moto com menor intervalo entre as trocas.
Normalmente o consumo de óleo é afetado pelos seguintes fatores: Potência, estado de manutenção do motor (filtro de ar sujo etc.), temperatura que o óleo atinge e viscosidade do óleo à temperatura normal de trabalho.

Conselhos úteis

Siga sempre as instruções do manual da sua moto. Neste caso a fabricante tem sempre razão. Você é que não tem se por qualquer motivo tiver problemas com um óleo do tipo não recomendado.

Para saber o prazo de troca siga também as instruções do manual, do proprietário, mas não se esqueça de que há sempre dois tipos de prazo, um para o uso normal e outro para condições de uso severas.

Troque sempre, também o filtro de óleo . Em motos como a CG Titan o filtro é um coador de tela de aço fina que deve ser limpo/lavado em toda troca. Nos casos de filtros de papel , deve ser substituido.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Vela: revisão preventiva

NGK alerta: revisão preventiva das velas e cabos de ignição garante viagem sem apuros no período de fériasAs férias estão chegando e é hora de arrumar as malas e aproveitar para curtir momentos de prazer ao lado de sua família e amigos. Mas, antes de colocar o pé na estrada, há um roteiro importante a ser cumprido: o da revisão de seu carro. A NGK, maior fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, sabe que segurança é indispensável e ressalta a importância sobre a checagem das velas e cabos de ignição antes de viajar. A revisão preventiva destes componentes é uma maneira simples, barata e eficaz de manter o motor em condições normais de uso e economizar combustível. O funcionamento das velas de ignição de um automóvel deve ser verificado a cada 10 mil quilômetros, e a cada 3 mil quilômetros, no caso das motocicletas. A empresa recomenda também a consulta ao manual do fabricante, com as orientações específicas para cada modelo de veículo. “É importante ressaltar que a durabilidade das velas e cabos de ignição está diretamente relacionada às condições de uso do carro, assim como a procedência do combustível utilizado”, ressalta Ricardo Namie, chefe da Assistência Técnica da NGK.Velas de ignição com a vida útil ultrapassada podem gerar uma série de problemas ao veículo, como queda de rendimento, dificuldades na partida, falhas no motor, aumento do consumo de combustível e emissão irregular de poluentes, além de reduzir a vida útil de outros componentes como cabos, bobinas, transformador, distribuidor e até o catalisador. “Diante destes problemas, caso o mecânico detecte o fim da vida útil das velas e cabos de ignição, os mesmos devem ser substituídos. A troca destas peças é rápida e fácil, mas é importante realizar isso com um mecânico de confiança, pois a instalação incorreta pode danificar o motor e comprometer o funcionamento do carro ou da motocicleta”, completa Namie.Cada veículo possui um modelo de velas e cabos apropriado, conforme descrito na Tabela de Aplicação da NGK ou especificado no manual do proprietário. A utilização de peças inadequadas também pode comprometer o funcionamento do motor, além de danificar o sistema de ignição. Para mais informações, a NGK disponibiliza o Serviço de Atendimento ao Cliente, 0800 197 112.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

MANUTENÇÃO DA MOTO

LUBRIFICAÇÃO DA CORRENTE: Todas as marcas recomendam que a cada 500 km você lubrifique a corrente, isso evita o desgaste excessivo apesar de sujar bastante a roda traseira, mas é mais barato limpar a moto toda semana que trocar um conjunto de relação que pode chegar a $ 700,00 em algumas motos importadas. O lubrificante mais recomendado é óleo 90 (altamente viscoso) alguns preferem graxa náutica que é branca e não sai com água. Felizes os que tem eixo cardan!
CALIBRAGEM DOS PNEUS: Manter a calibragem dos pneus correta pode fazer a diferença entre estar em condições de fazer uma curva ou "seguir reto". As motos com pneus entre 170 a 190 (traseiro) quando usadas sem garupa devem usar de 38 a 40 libras (pneu quente). OBS: O pneu quando aquece pode por dilatação do ar, aumentar a calibragem em até 8 libras, isto significa que um pneu calibrado frio e usado em condições quentes como uma viajem com mais de 45 minutos a uma temperatura ambiente de 20° C pode chegar a 48 libras, deixando seu pneu muito duro, perdendo sua aderência quando você mais precisa, nas curvas. Já o dianteiro deve usar 4 libras a menos que o traseiro pois seu volume cúbico é menor. Se você preferir utilize Nitrogênio para calibrar, pois ele tem um ponto de dilatação mais elevado e isto mantêm mais estável a calibragem. Resumindo, quando você for andar na cidade, calibre no máximo, mas quando for para estrada, lembre de acertar sua calibragem para menos, mantendo a melhor performance dos seus pneus.
TROCA DOS PNEUS: Quando você for trocar um pneu tenha alguns cuidados básicos: Procure sempre trocar em máquina de montagem, especialmente se for rodas raiadas. Após a troca lembre que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia e tracionar ou forçar uma curva é tombo certo! Mas como evitar isso? Se for pneu dianteiro, use uma lixa grossa de qualquer tipo e passe em toda banda de rodagem; Se for traseiro, vá até uma área de areia ou cascalho fino e dê uma patinada com no mínimo duas voltas no pneu e estará limpo, a areia funcionará como lixa. Quando trocar? Geralmente os pneus originais aguentam em torno de 10.000 km nas esportivas e 12.000 km nas custons, mas independente disso se você perceber que os pneus estão quase sem friso na faixa central, não excite, troque-os. Outra maneira é se caso você começar a perceber que a moto está um pouco instável especialmente em curvas, examine primeiro a calibragem, se estiver correta, então desconfie do desgaste dos pneus. Como escolher o pneu certo? Há vários tipos de pneus, alguns mais duros que duram mais e são menos eficazes quando usados no limite e outros mais macios que duram menos, mas que são "verdadeiros chicletes" no asfalto. Pense em como você usa sua moto e faça a escolha certa. Fatores importantes devem ser levados em conta, principalmente o pneu certo pra sua moto, não vá pegar um pneu de uma Twister e Colocar na dianteira de uma Srad 1000, cabe la, é bem mais barato, porém não tem o IVP (indice de velocidade do pneu). Assim também existe Índice de Peso, etc. Cada moto, seus pneus adequados.
PARAFUSOS EM GERAL: Sempre que lembrar, dê uma geral nos parafusos de carenagem, rodas, suportes, etc. A alta vibração provocada tanto pelo motor quanto pelo tipo de calçamento afrouxam sistematicamente os parafusos, portanto não deixe de manter sua moto sempre justa.
ÓLEO LUBRIFICANTE: Todas as fábricas não recomendam o uso de óleos sintéticos, pois você acaba só completando e raramente troca. Uma manutenção ideal é aquela em que você troca de óleo a cada 3.000 km e filtro a cada 6.000 km. As motos que andam em alto giro, quebram mais rapidamente as moléculas do óleo e por isso ele afina rápido, tornando necessário sua substituição. (entenda-se giro alto como 6.000 a 14.500 rpm). O mais recomendado para altos giros é o 20/40 e nas motos que andam com giro mais baixo pode-se usar até o 20/50 o mesmo usado nos carros em geral. Controle sempre o nível do óleo e acompanhe o "som do motor" ele revela muita coisa para você, as vezes você percebe o nível baixo do óleo pelo barulho excessivo das engrenagens, algo distinto do que você acostumou a ouvir.
GASOLINA NO TANQUE: Os mecânicos de competição no Brasil, recomendam que se use gasolina comum a maior parte do tempo, não adianta usar gasolinas especiais com maior octanagem, pois o rendimento na cidade e na estrada é imperceptível. O aconselhável é usar de vez em quando na estrada um ou dois tanques de gasolina aditivada para descarbonizar o motor e limpar as partes móveis. Manter o tanque sempre cheio evita que se formem gotículas na parte superior do tanque. Essas gotículas quando permanecem por muito tempo, tendem a formar ferrugem no tanque provocando oxidação das partes móveis de bomba, carburador, etc. Por isso, mantenha sempre o tanque o mais cheio possível o que evita também que a bomba receba sujeira ou água. Já que a água é mais pesada que a gasolina, ela sedimenta no fundo do tanque e quando você anda muito na reserva, ela vai para o motor e começa aquela sessão falha tudo!
BATERIA: Examine pelo menos uma vez a cada seis meses o nível da água da bateria, mas se caso sua bateria começar a dar sinal de vida, isto é, o farol enfraquece em marcha lenta, pisca junto com a sinaleira ou acende quando você acelera, pode procurar um posto e completar o nível da solução. Caso nada disso funcione, procure a loja mais próxima e troque-a, pois essas motos sem pedal de arranque, são pesadas para empurrar mais de uma vez! OBS: Se você for viajar e deixar a moto muitos dias sem ligar, desligue o pólo (-) negativo da bateria por segurança e por precaução contra uma possível descarga da bateria.
MOTO NO DESCANSO CENTRAL: As motos com motor em linha, (cilindros um ao lado do outro) que tem carburadores um ao lado do outro devem preferencialmente ficar no descanso central. Essa medida serve para manter a equalização dos carburadores, pois quando a moto está no descanso lateral, por gravidade, os carburadores ficam com níveis variados de combustível facilitando a perda da equalização, responsável pelo funcionamento equilibrado de todos os cilindros. Caso a sua moto for ficar mais de três ou quatro dias sem funcionar, opte por usar o cavalete central, nos casos de esportivas que não possuem este, compre um cavalete de oficina que suspende a roda traseira.
CAPA DA MOTO: JAMAIS COLOQUE A CAPA QUANDO A MOTO ESTIVER COM O MOTOR AINDA QUENTE! Além do risco de incêndio por tocar partes super aquecidas, ainda há o fato da capa fazer a moto suar, e com o tempo oxidar partes metálicas.